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sexta-feira, 18 de abril de 2008

Mais panoramas

Abaixo seguem mais panoramas (abertos) que fiz para a disciplina de informática. Um deles é da Praça do Papa, e foi um exercício de mapeamento de fluxo. Os outros dois são da Praça da Liberdade. Foi pedido que os alunos mapeassem uso, fluxo, ruído e marcos referenciais do espaço sorteado.




Primeira versão do panorama:





Versão Final:


Para mapear:

O fluxo: utilizei circunferências brancas.

Os ruídos: usei os conjuntos de linhas circulares coloridas.

Os usos: destaquei porções da imagem com círculos monocromáticos.

Os marcos referenciais: 'transformei' os elementos destacados em fotos.

terça-feira, 18 de março de 2008

Comentário: "Por uma Arquitetura virtual: uma crítica das tecnologias digitais", de Ana Paula Baltazar do Santos

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O texto "Por uma Arquitetura virtual: uma crítica das tecnologias digitais", de Ana Paula Baltazar dos Santos expõe inicialmente a idéia de que o computador permite a exploração de muitas possibilidades na arquitetura, mas é utilizado apenas de maneira restrita. Para aprofundar nesse assunto, a autora apresenta o conceito de "virtual" diferentemente do que a maioria das pessoas está acostumada a compreender, que é o apresentado pela terminologia computacional. Nesta última, o entendimento de virtual se limita à reprodução de aspectos do mundo físico por equipamentos digitais, como o computador.
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Na concepção exposta por Baltazar, o virtual está inserido no contexto de "evento", e corresponde ao campo das potencialidades. Na construção da realidade de tudo o que existe, há também a "substância", que está relacionada diretamente ao objeto, à constituição física. Grande parte dos projetos arquitetônicos da atualidade realmente se enquadra na categoria de "substância" e, portanto, sob essa perspectiva, não poderia ser considerada virtual, apesar de ser desenvolvida por meio de softwares (como o AutoCad, o SketchUp, o 3D Max) no computador. Os desenhos arquitetônicos digitais e as maquetes eletrônicas geralmente não ultrapassam a esfera da representação técnica de espaços com usos pré-determinados, que limitam muito o surgimento de novas formas de utilização.
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Uma arquitetura verdadeiramente virtual, portanto, seria aquela que só estaria completa com a participação dos usuários e que se adequasse ao usos que fossem propostos por quem a usufruísse, e não o contrário. O Fresh Water Pavillion foi um exemplo interessante de arquitetura virtual utilizado pela autora, pois a construção só fica de fato completa com a ação dos visitantes, que podem interagir com luz, sons e projeções, que levam à modificação visual temporária do ambiente.
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Devido às exigências da vida moderna (como a realização de muitas tarefas em curto prazo), as pessoas necessitam de espaços "transfuncionais", que permitam ser modificados rapidamente e de forma quase natural, de acordo com as necessidades que tiverem. Os arquitetos da atualidade devem buscar, certamente, projetar de forma virtual, e não apenas digital, acompanhando os avanços tecnológicos e de relacionamento da sociedade atual.
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Fresh Water Pavillion, do escritório NOX